A força da vida
Reparte meu couro
Em pedaços de ira
E travesseiros de Ouro
Em tempos remotos
Risos violentos
Despedaçam em sangue
Presentes momentos
Tenho partes de nuvem
Informes em minhas saudades
Num céu de abismos
E minuanos destinos
Sobrevoo subterraneo
Decolando de pântanos
Avesso às asas
De guerreiro da vida
Mas o rio tenaz e forte
Limpa o lodo da morte
E de pedaços de sorte
Afoga meu norte
Eis o meu estraçalhar
Consumindo o passado ao passar
Em cachoeiras sem chão
Há vida: expansão..................................................
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
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